quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Katy Perry é eleita a ‘Mulher do Ano’




A californiana Katy Perry, de 27 anos, foi eleita a Mulher do Ano pela revista Billboard. Katy, que fez shows no Brasil em setembro do ano passado, foi eleita a mais poderosa de 2012 pelo seu sucesso não só nas paradas do mundo inteiro, quanto em outros segmentos artísticos.
"Teenage Dream", o álbum mais recente da cantora, quebrou um recorde musical bastante considerável: foram mais de 5 hits de um só CD que alcançaram o primeiro lugar na lista de músicas mais tocadas. Anteriormente, apenas Michael Jackson havia conseguido o feito. Além disso, "Dream" vendeu mais de 2,5 milhões de cópias só nos Estados Unidos e 48 milhões de downloads de singles no iTunes.
A festa de entrega do prêmio de Katy Perry acontecerá em 30 de novembro, em Nova York, nos Estados Unidos.







sábado, 22 de setembro de 2012

Yes, Nós Temos Bananas




Ao ouvirem casualmente um grego, dono de quitanda, dizer para um freguês a frase absurda e gramaticalmente incorreta "yes, we have no bananas", os compositores Frank Silver e Irving Cohn tiveram a idéia de usá-la numa canção humorística, cheia de disparates: "Yes, we have no bananas / we have no bananas today / we've string beans / and onions, cabbages and scallions / and all kind of fruit..." ("Sim, nós não temos bananas / não temos bananas hoje / nós temos vagens / e cebolas, repolho e alho poró/ e toda espécie de fruta...").

Lançada em 1923, a canção estourou na voz do cômico Eddie Cantor, que a aproveitara na peça "Make it snappy". Daí espalhou-se pelo mundo como um dos sucessos dos "loucos anos vinte", quando a música dos Estados Unidos assumiu a hegemonia do mercado internacional.

Quinze anos depois, partindo dos compassos iniciais de "Yes, We Have No Bananas",Braguinha e Alberto Ribeiro fariam a marchinha carnavalesca "Yes , Nós Temos Bananas".

A composição era uma crítica bem humorada à empáfia dos americanos, que chamam de "bananas republics" os países da América Latina: "Yes, nós temos bananas / bananas pra dar e vender / banana menina / tem vitamina / banana engorda e faz crescer". Segue-se uma segunda parte que, depois de referir-se às nossas exportações de algodão e café, termina com um desaforado "pro mundo inteiro / homem ou mulher / bananas pra quem quiser...". Sucesso carnavalesco. "Yes, Nós Temos Bananas" antecipa clima e motivos explorados pelo tropicalismo no final dos anos sessenta.
-->
Yes, Nós Temos Bananas (marcha-carnaval, 1938) - João de Barro e Alberto Ribeiro - Intérprete: Almirante

Fonte:
 







 
Passarelas 2011/12- Sapatos Charlotte Olympia


Campanha SS/ 2012 da marca de calçados Aldo, fotografada por Terry Richardson 




Alina Baikova para Vogue australiana – março 2011- by Nicole Bentley






quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vento Ventania - Biquini Cavadão






Biquini Cavadão é uma banda de rock brasileira formada em 1983 no Rio de Janeiro. Composta por Bruno Gouveia, Carlos Coelho, Miguel Flores e Álvaro "Birita" Lopes tendo como músicos convidados o baixista e produtor Marcelo Magal e o saxofonista Walmer Carvalho, a banda fez parte da segunda geração de bandas dos anos 1980.








De todas as criaturas de Deus, somente uma não pode ser castigada. Essa é o gato. Se fosse possível cruzar o homem com o gato, melhoraria o homem, mas pioraria o gato.





Mulheres e gatos agem como bem entendem. Homens e cães deveriam relaxar e acostumar-se com isso.


fonte: pensador.uol.com.br/poemas_sobre_gatos/
 


domingo, 16 de setembro de 2012

Resident Evil 5 - assisti e amei






Em 'Resident Evil 5: Retribuição', o vírus mortal T, desenvolvido pela Umbrella Corporation, continua dizimando o planeta Terra, e transformando a população global em legiões de mortos-vivos comedores de carne. A única e última esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), desperta no centro de operações clandestinas da Umbrella, e descobre mais segredos do seu passado misterioso conforme se aprofunda no complexo. Sem um porto seguro, Alice continua a caçar os responsáveis pelo vírus; uma perseguição que a leva de Tóquio a Nova York, Washington, DC e Moscou, culminando em uma revelação alucinante que irá forçá-la a repensar tudo o que ela acreditava ser verdade. Ajudado por seus novos aliados e antigos amigos, Alice precisa lutar para sobreviver o tempo suficiente para escapar de um mundo hostil que está prestes a ser destruído. A contagem regressiva já começou...

Amei. A sequência inicial é um gancho perfeito do último filme e temos uma rápida retrospectiva dos acontecimentos que levaram até aquele momento (em que Alice desperta prisioneira na Umbrella - DE NOVO).

Pra variar as mulheres dão show em matéria de coragem  determinação. Também foi muito legal rever personagens antigos. Jill Valentine continua maravilhosa e as sequências de luta são muito boas.

O filme é, claro, recheado de clichês, mas não ligo à mínima. E já aguardo ansiosa pelo próximo.












 

sábado, 15 de setembro de 2012

Tai Chi Chuan






-->

-->
O Tai Chi Chuan foi criado na China por Chen Wangting, um general da Dinastia Ming, em 1644. Chen Wangting era legalista, e quando a dinastia caiu, ele voltou ao seu vilarejo natal. Afastado do meio militar, teve contato com práticas Taoístas de meditação e circulação de energia. Unindo seus conhecimentos marciais a estas práticas, criou um sistema de treinamento que ensinou aos seus descendentes, que desde então preservam seus ensinamentos. Chen Wangting pertencia à 9ª geração da Família Chen no condado de Wen, província de Henan, e até hoje seu vilarejo natal, chamado Chenjiagou, é o destino de escolha para quem deseja aprender Tai Chi Chuan na China.

-->

Estilos de Tai Chi Chuan

Na 14ª geração da família Chen, seu patriarca Chen Xangxing preservava a tradição ensinando os demais membros do clã. Um destes, dono de uma farmácia de ervas fitoterápicas, era o anfitrião das aulas. Na sua casa trabalhava um caseiro, chamado Yang Luchan. Como morava na casa do anfitrião das aulas, e após uma longa insistência, Yang Luchan foi o primeiro aluno a ser admitido nos treinos sem ser parente dos Chen. Depois de 17 anos de treinamento, Yang Luchan passara a ser considerado como membro da família, e foi-lhe permitido deixar a propriedade. Ele viajou para Pequim, onde tornou-se famoso pelo seu gongfu. Suas aulas originaram o estilo Yang de Tai Chi Chuan, e deste surgiram os outros estilos.

Algumas lendas também apareceram com o tempo, como a de que Yang Luchan teria espionado as aulas da família, ou coisa semelhante, e então teria demonstrado grande habilidade ao ser flagrado.

-->

Tai Chi Chuan e Chi Kung

O que faz com que o Tai Chi Chuan seja mais que simplesmente uma sequência de movimentos executada em câmera lenta? E ainda, por que mover-se assim devagar?

A resposta é o Chi Kung. Qualquer exercício que tenha sido projetado com a finalidade de promover a circulação da energia vital no corpo pode ser chamado de Chi Kung, e existem centenas deles. No Tai Chi Chuan da família Chen, praticamos dois tipos de Chi Kung: o Zhanzhuang, conhecido como Postura da Árvore ou Postura da Estaca, e o Chansigong, o Desenrolar o Fio de Seda. Na maioria das vezes o Tai Chi Chuan é treinado em ritmo lento para que seja possível fazer os movimentos com a precisão requerida para a boa circulação de energia, mas se o praticante for proficiente, também pode ser feito em velocidade.
  -->

Tai Chi Chuan e saúde

O Tai Chi Chuan foi criado recebendo influências de práticas Taoístas de circulação de energia. Estas práticas visavam aumentar a vitalidade, e promover a melhoria da circulação da energia - que são os princípios terapêuticos da medicina chinesa. Por outro lado, o Tai Chi Chuan nasceu como uma arte marcial - mas não era um simples apanhado de técnicas para serem ensinadas a soldados, e sim um sistema refinado que seria ensinado dentro da própria família do fundador. O Tai Chi Chuan é a única arte marcial projetada na sua criação pra preservar a saúde do praticante.

Tendo sido construído fundamentado sobre a observância das leis naturais do Yin e Yang, o Tai Chi Chuan é infinitamente adaptável, podendo ser praticado desde por atletas até por pessoas com problemas de saúde sérios, e sendo útil tanto para condicionamento físico pesado quanto para a recuperação da saúde. Por isto o Tai Chi Chuan é enormemente popular, e tem sido objeto de pesquisas científicas que comprovam suas propriedades curativas superiores. Um exemplo recente é o artigo publicado no New England Journal of Medicine demonstrando que os resultados da pratica do Tai Chi Chuan por pacientes com Mal de Parkinson são superiores aos resultados dos oferecidos pela prática de exercícios comuns.
-->

Tai Chi Chuan, arte marcial e defesa pessoal

O Tai Chi Chuan é uma arte marcial, e pode ser usado para defesa pessoal. No entanto, é preciso compreender que o Tai Chi Chuan baseia-se na aquisição de habilidades que devem aparecer naturalmente pela transformação do corpo. Isto é muito diferente, e requer muito mais horas de treinamento, do que aprender técnicas de rápida assimilação. O Tai Chi Chuan foi criado por um general, para ser ensinado dentro da sua família, ou seja, para alunos que estariam em contato constante com o professor. Além disso, estes alunos viriam a tornar-se profissionais: os Chen ficaram famosos como guarda-costas de caravanas comerciais, numa época bastante turbulenta no interior da China. Aqueles que usavam o Tai Chi Chuan para esta finalidade treinavam em regime de dedicação integral - o dia todo, todos os dias.
-->

Movimentos do Tai Chi Chuan

Os movimentos do Tai Chi Chuan são feitos de maneira encadeada e fluida, e devem ser realizados em estado de plena atenção mental. Devem ser comandados pelo centro do corpo - a região que vai do alto das coxas até a altura do umbigo, pois esta região é onde se localiza a maior parte da massa muscular. Ao mesmo tempo, no meio desta região está o centro energético do corpo, conhecido como dantien. As sequências de movimentos no Tai Chi Chuan são chamadas de "formas", e existem formas de vários tamanhos. No Estilo Chen de Tai Chi Chuan as formas antigas tem 75 movimentos (Laojia Yilu) ou 83 movimentos (Laojia Erlu), e há formas curtas de 19 e de 38 movimentos. No Tai Chi Chuan da família Chen os movimentos podem ser lentos, em sua maioria, ou rápidos e explosivos, quando pratica-se o fajin.
Fonte:
-->
http://taichichuan.org.br/#o-que-e








 





segunda-feira, 10 de setembro de 2012

KABUKI







Kabuki ou cabúqui é uma forma de teatro japonês, conhecida pela estilização do drama e pela elaborada maquiagem usada por seus atores. O significado individual de cada ideograma é canto (ka), dança (bu) e habilidade (ki), e por isso a palavra kabuki pode ser traduzida como “a arte de cantar e dançar”; mas a norma mais comum define que kabuki derive do verbo kabuku, significando aproximadamente “ser fora do comum”, donde se depreende o sentido de teatro de “vanguarda” ou teatro “bizarro”.

1603-1629: kabuki feminino (onna kabuki)

 

A história do kabuki começou em 1603, quando Okuni, uma miko (jovem serviçal dos santuários xintoístas) do santuário (taisha) Izumo, passou a executar um novo estilo de dança dramática em Kyoto. Atrizes representavam papéis tanto masculinos quanto femininos em encenações cômicas sobre a vida cotidiana. O estilo conquistou popularidade instantânea; Okuni foi inclusive convidada para se apresentar Corte Imperial. No despertar de tal sucesso, trupes rivais se formaram rapidamente e o kabuki nasceu como uma dança dramática de conjunto executada por mulheres, uma forma muito diferente de sua representação moderna. Muito do seu apelo era devido às sensuais e sugestivas performances. No ano de 1629, esse tipo de teatro foi proibido pelo governo. O espetáculo passou a ser encenado então por rapazes que se vestiam de mulher. 
 

1673-1735: A era Genroku

 

Durante a era Genroku o kabuki floresceu. A estrutura das peças kabuki foi formalizada nesse período, assim como muitos elementos de estilização. Os tipos convencionais de personagens foram determinados. O teatro kabuki e o ningyô jôruri – forma elaborada de teatro de bonecos que veio a ser conhecida mais tarde como ''bunraku'' – tornaram-se estreitamente associados um com o outro nessa época. O famoso dramaturgo Chikamatsu Monzaemon, um dos primeiros a escrever textos dramáticos de kabukiSonezaki Shinju (Os suicídios de amor em Sonezaki), tenha sido originalmente escrita para bunraku. Como muitas outras peças de bunraku, entretanto, essa foi adaptada para kabuki e inspirou muitos “imitadores”: de fato, conta-se que essa e outras peças similares causaram tantos casos reais de suicídio copiados do drama, que o governo proibiu as shinju mono (peças sobre suicídio duplo de amantes) em 1723. Ichikawa Danjuro nono também viveu nessa época. A ele se atribui o desenvolvimento das poses mie e da maquiagem kumadori, que simulava máscaras. Em meados do século XVIII o kabuki perdeu temporariamente a preferência do público das classes mais baixas em favor do bunraku, possivelmente devido ao surgimento de muitos bons dramaturgos de bunraku na época. 

Kabuki após a Restauração Meiji

As grandes mudanças culturais começaram em 1868, com queda do xogunato Tokugawa. A supressão da classe dos samurais e a abertura do Japão para o ocidente ajudaram a ativar esse resflorescimento. Como a cultura lutava para se adaptar à nova situação de não-isolamento, os atores batalharam para elevar a reputação do kabuki entre as classes mais altas e para adaptar os estilos tradicionais aos novos gostos. Muitas casas de kabuki foram destruídas por bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial e as forças de ocupação baniram as apresentações de kabuki por um breve período depois da guerra. Em 1947, no entanto, a proibição já havia sido revogada e as apresentações recomeçaram.

No Japão moderno, o kabuki continua relativamente em voga e tornou-se um espetáculo popular que combina realismo e formalismo, música e dança, mímica, encenação e figurinos, implicando numa constante integração entre os atores e a platéia. É o mais popular dos estilos tradicionais de drama japonês. Seus atores mais famosos fazem também papéis na TV e no cinema. 

Elementos do kabuki:

Hanamichi (lit. "caminho florido") é uma seção extra usada no palco do kabuki. Consiste numa plataforma comprida e elevada, à esquerda do centro, que leva do fundo do teatro, pelo meio da platéia, até o palco principal. Geralmente é usada para entrada e saída de personagens, embora possa também servir para solilóquios e cenas paralelas à ação principal. O hanamichi foi usado pela primeira vez em 1668 no Kawarazakiza, na forma de um palanque de madeira simples, que não era usado na encenação mas que permitia que os atores fossem até a platéia para receber flores. O estilo moderno de hanamichi, às vezes chamado honhanamichi (“caminho das flores principal”), tem dimensões padronizadas e foi concebido originalmente em 1740. Alguns teatros começaram a fazer uso de um hanamichi secundário, no lado direito da platéia, com metade da largura do honhanamichi à esquerda. Embora seja raramente usado para as ações principais de uma peça, muitos dos mais dramáticos ou famosos momentos dos personagens ocorrem durante as entradas ou saídas pelo hanamichi, e uma vez que atravessa a platéia, isso proporciona ao espetador uma experiência mais íntima do que a que normalmente ocorre em outras formas de teatro tradicional. Os palcos e teatros de kabuki tornaram-se mais tecnologicamente sofisticados. Inovações como palco giratório e cortinas, introduzidas no século XVIII, incrementaram bastante a cenografia dos espetáculos de kabuki.

No kabuki, como em alguns outros gêneros de artes cênicas japonesas, as trocas de cenário são feitas no meio da cena, com os atores no palco e as cortinas abertas. Contra-regras correm pelo palco colocando e tirando as peças de cenário; esses contra-regras, conhecidos como kuroko, vestem-se sempre de preto e são tradicionalmente considerados “invisíveis”.

Há três categorias principais de peças kabuki: jidai-mono (peças “históricas” ou anteriores ao período Sengoku) , sewa-mono (“domésticas” ou pós-Sengoku) e shosagoto (peças de dança). São características importantes do kabuki: Os mie e a maquiagem. Os mie são poses pitorescas que o ator sustenta para compor seu personagem. Mie significa "aparência" ou "visível", em japonês. É um momento em que o ator para congelado numa pose. O propósito é expressar o auge das emoções de um personagem. A maquiagem (ou keshô) é um elemento do estilo facilmente reconhecível, mesmo por quem não está familiarizado com esta forma de arte. O pó-de-arroz é usado para criar a base branca oshiroi. O kumadori acentua ou exagera as linhas faciais para produzir as máscaras dramáticas usadas pelos atores, de expressões sobrenaturais ou animalescas.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kabuki





Pastiche




The Connoisseur (Norman Rockwell, 1962). Quadro dentro de um quadro, a tela examinada é pastiche de uma pintura de Jack “The Dripper” Pollock.

Etimologicamente derivado da palavra italiana pasticcio (massa ou amálgama de elementos compostos), é definido como obra literária ou artística em que se imita abertamente o estilo de outros escritores, pintores, músicos, etc.

O pastiche era aplicado pejorativamente, no campo da pintura, a quadros forjados com tal perícia imitativa que procuravam ser confundidos com os originais. Durante a Renascença, devido à crescente procura de obras de arte em Florença e Roma, muitos pintores medíocres foram levados a imitar quadros de grandes mestres italianos, com intenções fraudulentas. O conceito viajou para França e pasticcio converteu-se no galicismo pastiche, no século XVIII.

O pastiche literário, em termos genéricos, refere-se a obras artísticas criadas pela reunião e colagem de trabalhos pré-existentes, sendo definido como obra literária ou artística em que se imita abertamente o estilo de outros escritores, pintores, músicos, etc. Não pretende satirizar ou criticar a obra de origem, diferindo, assim, da paródia. 

Deliberadamente cultivado por inúmeros autores, o pastiche afirma-se como a escrita “à maneira de”. Faz uso de processos como a adaptação (modificação de material artístico de gênero para gênero e de uma forma para outra distinta), a apropriação (o empréstimo deliberado), o bricolage (a criação a partir de fontes e modelos heterogéneos) e a montagem.

 
Fontes:



 


domingo, 9 de setembro de 2012

Jasper Johns





Jasper Johns, Jr (Augusta, Georgia, 15 de Maio de 1930) é um pintor norte-americano do movimento Pop Art, tendo sido talvez um dos mais importantes entre os pioneiros da pop art na América. Começou a pintar objetos tão vulgares como por exemplo as bandeiras, mapas, algarismos. Exemplo de uma das suas principais obras é a "Três Bandeiras".




O tratamento peculiar dado às suas telas tem origem numa técnica denominada encaústica, que consiste em diluir a tinta em cera quente. Mais tarde, em 1958, Johns acrescenta relevo aos seus quadros, colocando neles objetos reais, como escovas, latas, pincéis ou letras. O seu trabalho caracteriza-se por ser paradoxal, contraditório e problemático, semelhante ao de Marcel Duchamp (associado ao movimento Dada). Para além de quadros, Johns também trabalhou em entalhes, esculturas e litografias.
Contrariamente a muitos outros artistas, Johns viu a sua obra reconhecida ainda em novo. Em 1957, expõe colectivamente no Jewish Museum, onde conhece Leo Castelli; no ano seguinte, este organiza a sua primeira exposição individual, na galeria da qual era dono. Ainda em 1958, Johns expõe no pavilhão americano da Bienal de Veneza.

Anos 60

No virar da década de 50, Jaspers diversifica o seu trabalho, construindo moldes em bronze de objetos cotidianos, como o Bronze Pintado (1960), que mostra duas latas de cerveja. Participa, com John Cage em decorações de happenings, e nas coreografias de Merce Cunningham. Os anos 60 representam para Johns o reconhecimento das suas obras na Europa, primeiro em 1961, com uma exposição individual em Paris, e depois, em 1964, na Bienal de Veneza. Este reconhecimento a Johns, abre também as portas da Europa à cultura norte-americana.



Anos 70

Até ao final dos anos 60, e década de 70, a obra de Jasper Johns mantém os seus habituais motivos de bandeiras, alvos e números. No entanto, em 1967, Johns introduz nos seus quadros o padrão flagstones, como é exemplo disso Luz de Harlem, que lembra uma parede pintada de forma irregular. Mais tarde, já nos anos 70, Johns desenvolve esta ideia criando os crosswatchings (traços coloridos, paralelos e sobrepostos).
Anos 80
São um misto de regresso às origens, com o seu lado abstrato da década anterior. Os seus quadros apresentam, de novo, as bandeiras, acompanhadas de colagens e de crosswatchings.

Atualmente

No ano de 1998, o Metropolitan Museum of Art, em Nova York, pagou cerca de 20 milhões de dólares pelo seu trabalho de 1955, A Bandeira Branca.



Em 2006, um grupo de colecionadores privados adquiriu o quadro Falsa Partida, de 1959, por 80 milhões de dólares.



Ele também fez uma participação especial no seriado Os Simpsons como ele mesmo.
John Jaspers reside, atualmente em Sharon, Connecticut, nos Estados Unidos.

Fonte:

pt.wikipedia.org/wiki/Jasper_Johns














Esculturas