sábado, 26 de maio de 2012

Pop Art



 Pop art (ou Arte pop) é um movimento surgido no final da década de 1950 no Reino Unido e nos Estados Unidos. O nome desta escola estético-artística coube ao crítico britânico Lawrence Alloway (1926 - 1990). A Pop Art propunha que se admitisse a crise da arte que assolava o século XX, desta maneira pretendia demonstrar com suas obras a massificação da cultura popular capitalista. Procurava a estética das massas, tentando achar a definição do que seria a cultura pop, aproximando-se do que costuma chamar de kitsch.
Surgindo em um momento histórico marcado pelo reerguimento das grandes sociedades industriais outrora afetadas pelos efeitos da Segunda Guerra Mundial, adotou os grandes centros urbanos norte-americanos e britânicos como o ambiente para que seus primeiros representantes tomassem de inspiração para criar as suas obras. Peças publicitárias, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos são algumas dessas inspirações. Assim, ao envolver elementos gerados pela sociedade industrial, a “Pop Art” realiza um duplo movimento: por um lado, ela expõe traços de uma sociedade marcada pela industrialização, pela repetição e a criação de ícones instantâneos. Por outro, questiona os limites do fazer artístico ao evitar um pensamento autonomista e abranger os fenômenos de seu tempo para então conceber suas criações próprias. Os integrantes da “Pop Art” conseguiram chamar a atenção do grande público ao se inspirarem em elementos que, em tese, não eram reconhecidos como arte e ao levar em conta que o consumo era marca vigente desses tempos. Grandes estrelas do cinema, revistas em quadrinhos, automóveis modernos, aparelhos eletrônicos ou produtos enlatados foram desconstruídos para que as impressões e ideias desses artistas assinalassem o poder de reprodução e a efemeridade daquilo que é oferecido pela era industrial.
Entre outros representantes desse movimento, podemos destacar a figura de Andy Warhol, conhecido pelas múltiplas versões multicoloridas de “Marilyn Monroe”, produzida no ano de 1967. Outro exemplo de “Pop Art” pode ser reconhecido na obra “No Carro”, em que Roy Lichenstein utiliza a linguagem dos quadrinhos para explorar situações urbanas. Ainda hoje, diversos artistas empregam as referências da “pop art” para conceber quadros, esculturas e outras instalações.

Fontes:
 pt.wikipedia.org/wiki/Pop_art
www.brasilescola.com/artes/pop-art.htm


                                                            Andy Warhol - Marilyn

                                                   "In the car" Roy LICHTENSTEIN

 
                                           Moça com bola (1961), de Roy Lichtenstein.

 
                                           Roy Lichtenstein reproduction the kiss oil paintings

 
                                  Roy Lichtenstein reproduction the Everything is beautiful. 

Esse é meu estilo de decoração preferido e também amo os acessórios. Simplesmente não resisto a comprar, sempre que posso, qualquer coisa no estilo. 
Pesquisei algumas imagens de decoração e acessórios na internet que, definitivamente, são meu sonho de consumo!




















 

















 







Um comentário:

  1. Tem o monte desses itens no jogo Stardoll/pt rs >> em cenarios << ou pelo menos tinha ...

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