domingo, 11 de março de 2012

Rio recebe exposição do pintor italiano Amedeo Modigliani


Edição do dia 10/03/2012 

10/03/2012 22h37 - Atualizado em 10/03/2012 22h37 

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/03/rio-recebe-exposicao-do-artista-italiano-amedeo-modigliani.html


Milhares de pessoas se deram um presente nas últimas semanas: foram ver a maior exposição já realizada no Brasil do pintor italiano Amedeo Modigliani.
Amedeo Modigliani é considerado um dos nomes mais importantes da arte moderna. A mostra vai até o dia quinze de abril, no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. As primeiras imagens da exposição não têm nada a ver com o Modigliani que o mundo inteiro conhece. No início da carreira, não passava de um pintor tradicional.
Foi a mudança da Itália para a França que acabou mudando também o estilo desse artista.
Modigliani chegou a Paris em 1906 com 22 anos de idade, encontrou na cidade uma revolução nas artes. Eram os movimentos de vanguarda. Influenciado por esse clima, ele reinventou seus traços, as formas, criou figuras com estilo único e inconfundível uma arte com a marca Modigliani.

“Rostos cumpridos, pescoços muito longos, nariz. São características de Modigliani que você não encontra em nenhum outro artista contemporâneo”, explica Monica Xexéo, diretora do Museu de Belas Artes.

Modigliani conviveu com os grandes artistas da época, entre eles Picasso, de quem era amigo. E preferiu não seguir nenhum movimento artístico, inventou o seu próprio estilo. Pintou retratos e nus. Mas ganhou fama de ser um artista que retratava a alma.
Se dedicou também à escultura. Mas o esforço era demais para quem desde criança sofria com doenças respiratórias.
Como todo artista na Paris do início do século XX, Modigliani foi um boêmio. Era um homem bonito e um mulherengo.
Sua última musa foi uma artista francesa, que o acompanhou pra sempre. Modigliani morreu de tuberculose aos 36 anos. Logo depois, ela, grávida de oito meses se jogou da janela do ateliê do artista.






A exposição reconta a vida de Modigliani: curta, mas cheia de paixões.
 

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