segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Feliz Hallowen



Feliz Hallowen e muitas travessuras! Troque os doces por uma festa à fantasia e curta a noite inteira...

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Enviado por NuclearBlastEurope em 06/05/2008
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A Mediadora



A Mediadora
Meg Cabot

Suzannah é uma adolescente aparentemente comum, mas na verdade, ela é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber da gravidade do que encontraria ao mudar-se para a Califórnia. Um livro de ação, mistério e suspense sobrenatural.

Os livros valem à pena? Sim. São divertidos, leves, despretensiosos e estão disponíveis na Saraiva, dois por um na edição Vira-vira, a 19,90. Os quatro últimos volumes estão em promoção, hoje, 26 de agosto, por 14,50.

A série também é, na verdade, um plágio descarado de Buffy, a Caça-Vampiros. Vejamos: Suzannah é uma adolescente especial, 16 anos, que no início da série se muda para outra cidade (semelhança com Buffy – checado).
Em sua nova escola ela conhece um padre que será seu mentor em sua jornada como mediadora (semelhança com Gilles – checado).
No decorrer da série ela se apaixona por aquilo que ela caça (semelhança com Angel – checado).
Ela também possui dois amigos: uma garota fera em computação que é apaixonada pelo melhor amigo, que por sua vez é apaixonado por suzannah (semelhança com Xander e Willow – checado).
Depois ela conhece um mediador canalha, sexy e oportunista que prefere usar seus dons pra ganhar dinheiro (coisa terrível!) do que ser continuamente espancado de graça por fantasmas ( o personagem lembra uma mistura de Faith, a caça-vampiros perturbada, e Spike, o vampiro sexy e mau-caráter).
É claro que eu posso estar paranóica, e você pode argumentar: Nãaooo! A Meg Cabot não plagiaria ninguém! Mas por via das dúvidas não custar checar se ela não tem uma caixa postal para onde poderíamos mandar idéias para plágio. Eu voto em que ela deveria plagiar a série O Mundo Perdido. Seria fantástico uma história onde vários adolescente estariam a solta no Platô, lidando com criaturas pré-históricas e sobrenaturais e arrasando com o ecossistema. Tipo a Caverna do Dragão sem o Vingador e o Mestre dos Magos. Espera! Então ela estaria plagiando duas séries. Não importa... Eu compraria.

Livros e Adaptações para o cinema - Tristão e Isolda

Tristão e Isolda, de Joseph Bédier, é um relato mítico do amor impossível. Conta a história do triângulo amoroso entre o rei Marcos, seu sobrinho Tristão e a princesa Isolda. Como a maioria das histórias de amor medievais, o final da história é trágico. Diz-se que todas as centenas obras literárias que tratam da questão do mito do amor impossível, têm como paradigma este episódio poético da Idade Média européia. A história é simples: o rei Marcos precisa casar, seu sobrinho de encarrega da tarefa de buscar a noiva para o seu casamento. De volta de terras distantes com a jovem que seria desposada pelo rei, em uma embarcação, Tristão e Isolda tomam uma bebida mágica preparada pela mãe de Isolda, uma feiticeira, e se apaixonam perdidamente. A partir de então estão presos em um amor impossível e, incapazes de viver um sem o outro,  encontram mil e uma maneiras e subterfúgios para estarem juntos.




"(...)somos como madressilva quando se enrola à volta do ramo da aveleira: uma vez a ela ligada e presa, ambas podem durar juntas eternamente, mas, se as querem separar, a madressilva morre em pouco tempo e o mesmo sucede à aveleira. Tal é o nosso caso: nem vós sem mim, nem eu sem vós!"

Trecho do livro Tristão e Isolda.







Título original: (Tristan + Isolde)
Lançamento: 2006 (EUA)
Direção: Kevin Reynolds
Atores: James Franco, Sophia Myles, Rufus Sewell, David O'Hara.
Duração: 125 min
Gênero: Romance
Sinopse
Na Europa da Idade Média as tribos lutam pelo poder, logo após a queda do império romano. Tristão (James Franco) teve toda sua família assassinada por conspiradores, que tinham o objetivo de impedir os planos de seu pai para unificar a Inglaterra. Adotado pelo tio, Lorde Marke (Rufus Sewell), Tristão cresce e se torna seu maior guerreiro. Imbuído do desejo em seguir os planos do pai, ele é ferido em combate e considerado morto, sendo jogado ao mar em um enterro viking. Porém é resgatado por Isolda (Sophia Myles), por quem se apaixona. O casal troca juras de amor, mas não revela seus nomes. Após se recuperar ele retorna à sua terra, sem saber que seu amor é a filha de Donnchadh (David O'Hara), o rei da Irlanda e também seu principal inimigo. Mas o destino fará com que se encontrem novamente, quando Donnchadh organiza um campeonato de lutas até a morte e promete como prêmio a mão de sua filha.

A história é maravilhosa. Bem, se você assina ao odeioromanticos.com passe longe. Corre o risco de apaixonar-se perdidamente e destruir sua reputação de intocável. Ou não. O livro faz Romeu e Julieta parecerem um caso de uma só noite.
O filme também é bom. Se você NÂO leu o livro. Do contrário ficará terrilmente decepcionado. Tudo o que existe de fantástico e maravilhoso na história é suavisado ou excluído no filme, sem mencionar que  eles mudam o final.
Assim, sugiro que escolha um ou outro. Mas se é do tipo que a curiosidade matou o gato, leia o livro, assista ao filme e morra... de ódio ou tédio...Rola um boato que já houve quem morresse de rir. Eu prefiro assistir a um vídeo com cenas do filme no youtube.

Enviado por laryssaarduini em 01/11/2008
tradução de uma das músicas mais bonitas do 3 doors down ao fundo de Tristão e Isolda.
http://www.youtube.com/watch?v=yhSH8BFQSTI

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Sete Ossos e uma Maldição


Este livro de Rosa Amanda Strausz traz onze contos que fazem qualquer um sentir um friozinho cortante percorrer a espinha. Mas o medo aqui não paralisa, pelo contrário, só faz crescer a vontade de chegar à página seguinte, o que exige fôlego. Um prato cheio para quem curte histórias de terror e mistério - e qual é a criança ou o jovem que não curte? - e um bom começo para os iniciantes neste tipo de literatura. Em 'Sete ossos e uma maldição', não há sangue espirrando nem miolos saltando, como informa de antemão a orelha do livro. Nada explícito ou de mau gosto. Nele, a imaginação do leitor se encarrega de formar as cenas macabras forjadas através de um texto elegante. E é exatamente esse terror sugerido, literatura fantástica da melhor qualidade, que o torna tão atraente. O primeiro conto, "Crianças à venda. Tratar aqui", pega o leitor de primeira e dá o tom do que virá a seguir. A dúvida é uma constante. Vai ficando cada vez mais difícil dizer exatamente o que é e o que não é, o real e o sobrenatural se misturam numa atmosfera fascinante. O conto que dá nome ao livro também surpreende o leitor ao explicar o que são afinal os sete ossos e a maldição do título, aliás, uma história sinistra, como diriam os jovens leitores.

Fonte: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=1409858


Uma autora que vale a pena prestigiar. O livro traz várias histórias de fantasmas e maldições, algumas bem assustadoras. A história título do livro chega a ser angustiante. Se você gosta de histórias de fantasmas, é recomendadíssimo.

Os Melhores Contos Bíblicos


O livro, do Flávio Moreira Costa é uma coletânea de vários contos de autores consagrados com temática religiosa. A maioria é bem divertida, mas o livro vale mesmo pelo primeiro conto - O Diário de Adão e Eva - que é absurdamente hilário. Ri até as lágrimas, e isso não é uma metáfora. Imperdível!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Denúncia: a cor rosa não existe

Tânia Vinhas 25 de outubro de 2011

Você deve estar pensando: “como assim o rosa não existe?”. Pois é, a nossa reação também foi a mesma quando vimos a teoria em um vídeo do Minute Physics, um canal do Youtube que explica vários temas científicos em apenas um minuto.

De acordo com o vídeo, não dá para enxergar a luz rosa. A cor estaria no vácuo do espectro das cores - na teoria, ela faz parte do time das ondas de luz invisível (tipo infravermelho e ultravioleta). E o rosa que a gente vê de verdade, como fica? Bem, possivelmente ele é só uma mistura meia-boca da luz vermelha com a luz azul (sim, sabemos que o resultado da mistura de tintas vermelha e azul é tinta roxa. Mas com a luz, a história é diferente). Pensando bem, essa teoria explica o motivo de o rosa não estar entre as sete cores do arco-íris.

O fato é que tem gente por aí falando que, já que o rosa não existe, nós não deveríamos chamá-lo de rosa, mas sim “menos verde” (ou minus green, no original). Por que? Porque quando pegamos a luz branca, que é formada por todas as cores, e retiramos a luz verde, encontramos a tal luz rosa.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/denuncia-a-cor-rosa-nao-existe/

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sangue Quente ( Zumbis bonzinhos!)


“Sangue Quente” é o romance de estreia do autor Isaac Marion. O livro apresenta uma nova perspectiva dos gementes, vorazes por carne humana e totalmente mortos, Zumbis. Aqui o leitor terá a oportunidade de adentrar à mente inepta de um morto-vivo, conhecer seus pensamentos e sua visão de mundo. Se você, leitor, está achando impossível abordar as reflexões de um zumbi, eu lhe convido a conhecer esse incrível lançamento.
~~~*~~~
Ele está morto, mas isso não é tão ruim. Aprendeu a conviver com isso. Ele não tem mais um nome, o esqueceu como tantas outras coisas de seu passado…de sua outra existência. Tudo que sabe é que, talvez, seu nome começasse com R. Sua memória, pulso e calor dissiparam-se, pois R é um Zumbi, mas os vestígios de um mundo que se foi há muito tempo…permaneceram.
As cidades estão em ruinas, as pessoas vivas fugiram para dentro de enormes estádios de futebol e lá criaram suas pequenas comunidades. R ”vive” em um aeroporto abandonado…subindo, descendo, indo e voltando - brincado varias vezes por dia - nas escadas e esteiras rolantes.
R é um Zumbi e ele faz o que tem que fazer…grunhe, geme, se arrasta e caça humanos para se alimentar. R não sente prazer ao matar, mas é uma necessidade maior que sua vontade, um impulso que vêm de sua entranhas. Seus dias eram sempre iguais, compostos por movimentos repetitivos e sem sentido. Até que um dia tudo mudou…
Em uma caçada, R se depara com um grupo e adolescentes. Ele não se importa com suas idades, seus sexos ou suas vidas, R só quer comer e aplacar o intenso vazio que percorre todo seu corpo.
Ao comer o cérebro de um jovem rapaz, R experimenta vividamente as lembranças de Perry. E entre os lampejos de memória, lá está ela…Julie. Ao sair do torpor causado pelas imagens, sem saber como ou porquê, R reconhece Julie e sente uma necessidade primitiva de protegê-la.
R não entende o que está acontecendo, pois estranhamente Perry não o deixou. Suas lembranças, sonhos e anseios continuam a bombardeá-lo. Tudo está diferente agora, as engrenagens de seu corpo cinza e duro estão mudando. R afronta as leis da natureza e quebra as regras de seu mundo. Ele quer uma nova chance e, ao lado de Julie, passa a cogitar a possibilidade de ter um futuro…seja ele qual for.
Marion, Isaac. Sangue Quente. Leya, 2011. 256 pag.


Li e achei previsível a cada página. Alguém deveria processar a Meyer por ter lançado (ou ao menos tornado popular) essa moda de monstros bonzinhos. E qual é? Uma garota e um zumbi... Isso não seria Necrofilia?
Sangue Quente deve ser adaptado para o cinema em 2012. Onde está a Alice (Resident Evil) quando se precisa dela?

Praças de alimentação dos aeroportos brasileiros poderão sofrer fiscalização, por conta dos altos preços

Fonte: http://rntur.com/news.php?noticia=1860


21/10/2011 - 15:01

SÃO PAULO – Os estabelecimento autorizados a funcionar nas praças de alimentação dos aeroportos brasileiros poderão sofrer fiscalização, por contas dos altos preços praticados.

De acordo com a Agência Câmara, a Comissão de Fiscalização e Controle vai solicitar essa fiscalização ao TCU (Tribunal de Contas da União). A Comissão quer que seja examinada a regularidade de contratos firmados entre a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeropotuária) e os restaurantes e lanchonetes.

A proposta para que essa fiscalização seja realizada (PFC 15/11) foi aprovada pela comissão na última quarta-feira (19). O autor da proposta, deputado Nelson Padovani (PSC-PR), entende que os preços dos produtos vendidos nos aeroportos são muito elevados, sendo superiores aos praticados regularmente pelo mercado.

O próprio relator da proposta, deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), se mostrou favorável à fiscalização. Para Macris, é importante apurar se há algum tipo de infração nos contratos firmados entre os estabelecimentos e a Infraero e também se os preços praticados são abusivos.

O relator ainda propôs ao TCU que sejam selecionados os contratos mais relevantes para realizar a fiscalização, porque existem centenas deles. Após a execução do pedido, o tribunal deverá remeter cópia dos resultados verificados à comissão, para que seja possível a elaboração do relatório final.

Fonte: UOL últimas notícias